Playlist: Lançamentos do 1º Semestre parte 1

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Fala galerinha, tudo na santa paz? Então, faz muito tempo que eu não público algumas indicações de músicas e nem as playlists ou qualquer coisa do tipo, então para que vocês possam acompanham o que saiu nesse primeiro semestre de interessante, fiz duas playlists de vinte músicas para você ter mais, mais ou menos uma noção das músicas legais e dos grandes lançamentos dessa primeira metade de 2017. Vamos a primeira lista e aumenta o som.

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Mallu Magalhães ou a internet burra de cada dia

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Acredito que o primeiro a usar a expressão “sociologia de botequim” foi Manuel Messias Mendes Almeida, que inclusive lançou um livro com esse mesmo nome, onde reuniu textos diversos que foram publicados em diversos locais, sobretudo em O Diário. Decerto que ao nomear seu livro, pensou na ideia do botequim como o caráter de informalidade, de leveza, do assunto do cotidiano, do cidadão comum e da linguagem não-ortodoxa.

A internet, entretanto, tem sido propícia a uma nova geração de filósofos de botequim. Não são pessoas dispostas a discutir um assunto sob um prisma minimamente aceitável, tampouco que almejam alguma coisa além de problematizar aquilo que não faz sentido algum problematizar. A típica filosofia de botequim dos tempos contemporâneos se traduz simplesmente naquilo que o falecido Umberto Eco chama de superinterpretação, que significa uma compreensão além do que é possível extrair de um evento comunicativo.

Maria Luiza de Arruda Botelho Pereira de Magalhães, chamada pelo nome artístico de Mallu Magalhães, é conhecida como alguém que tinha um relacionamento complicado, em virtude da idade, com Marcelo Camelo, da defunta-não-defunta banda Los Hermanos, por uma carreira solo inicialmente muito tímida, que fora alavancada após a formação da Banda do Mar com o seu esposo e algumas músicas que fizeram sucesso, como “Velha e Louca”, “Tchubaruba”, “J1” e “Shine Yellow”.

A internet, entretanto, tem sido propícia a uma nova geração de filósofos de botequim.

Musicalmente falando, a artista nunca foi nada além do medianamente medíocre. Se você não for lá muito exigente com relação à música (e decerto que seu público não é), dá para curtir aquele “folk fofo” que tenta soar sério. Um indie com alguma referência ao rock nacional dos anos 1970, com alguns bons arranjos que não tornam a música melhor. Uma cantora extremamente desafinada ao vivo, que também não consegue tocar adequadamente as próprias músicas, mas que ainda sim tem seus trabalhos bem-conceituados em sites especializados, o que explica exatamente uma das coisas mais vexatórias que vem acontecendo graças a uma artista que, em outros meios, estaria fadada ao ostracismo.

Mallu fez um clipe considerado racista. Nessa primeira leva tivemos os sociólogos de botequim de internet colocando em rede o seu descontentamento e interpretando coisa que não havia ali. Por mais que eu ainda não suporte essa música, o clipe é bacana dentro da sua proposta e, exceto se você pertencer a algum desses movimentos super descolados desconstruídos, não tem nenhum teor racista ali. Pode ser que exista um gosto um pouco duvidoso na execução de dançarinos que não tenham muito a ver com a música, mas, pasmem, isso acontece desde que inventaram o videoclipe.

Graças a isso, a cantora resolveu se retratar por ter passado uma imagem ruim acerca de si mesma como racista. Existe uma frouxidão, um bundamolismo muito grande nesses artistas que precisam o tempo todo pedir desculpas por serem mal interpretados. Parece que o medo de desagradar fã é maior do que a própria produção artística e assumir um pedido de desculpas toda a vez que um grupo de fãs se enfurece com algo sem muito sentido é do mesmo nível de tacanhice do Criolo ao mudar a letra de um rap para agradar a juventude e ficar de boas com a galera sócio-desconstruída e sua sociologia de botequim. Faz falta um artista assumir que fez o que fez e, se bate aquele arrependimento, não executar mais a música, ao invés de se rebaixar para agradar aos leitores do Huffington Post e do Catraca Livre, dois veículos de comunicação desse tipo de militância liberal good vibes hipócrita.

Existe uma frouxidão, um bundamolismo muito grande nesses artistas que precisam o tempo todo pedir desculpas por serem mal interpretados.

Contudo, graças a uma fala de alguns poucos segundos no programa Encontro com Fátima Bernardes, na qual ela diz claramente que ”Essa é para quem é preconceituoso e acha que branco não pode tocar samba”. A música escolhida, claro, é a mesma do clipe que rolou a polêmica de racismo e, como não podia deixar de ser, causou um rebuliço muito grande e reavivou o espírito dos sociólogos de botequim. Parece que, ao julgar pelo que se lê tanto de locais que assumidamente falam qualquer merda por interpretarem qualquer coisa como preconceito quanto de gente que é assumidamente mais racional, a dona Maria Luiza conseguiu, enfim, trazer o pior e o mais nefasto exemplo de como as pessoas pararam de pensar e seguiram a manada para reproduzir coisas sem pensar muito no que estão dizendo.

Isso não isenta a artista de modo algum. Ela falou bobagem, teve uma fala tola, infantil até, em um momento que não faz muito sentido para a tônica da sua apresentação. Talvez quisesse rebater alguma crítica que recebeu por causa do clipe de Você Não Presta e, convenhamos, não passou disso. Em momento algum ela diz que branco sofre preconceito ou que branco não toca samba. Lembra do que eu falei sobre superinterpretação? É a tal da história de simplesmente as pessoas já lerem ou ouvirem um discurso com uma conclusão formada, uma espécie de viés cognitivo bastante ruim. Poderia até mesmo discorrer que muita gente está falando que ela disse sobre “branco sofrer preconceito”, mas o que ela REALMENTE disse foi com relação ao samba, que não é visto como algo que pode ser feito por alguém que não seja negro, não que um branco sofra racismo ou preconceito por tocar um samba ou que nenhum branco o tenha feito antes dela.

Entretanto, a sociologia de botequim das pessoas sócio-desconstruídas tende ao absurdo de atribuir o que não está presente nem ao menos no contexto da fala. Ninguém parou para pensar que os problemas da fala dela são: 1) categorizar que existe gente que ainda pensa que existem estilos de negros e de brancos (e, creiam, isso existe); 2) a tentativa flébil de constantemente ser aceita por um público altamente alheio ao mundo real, trancafiado em suas “lacrações”, esquecendo-se completamente que no mundo dos adultos, a coisa não funciona do jeito que eles pensam; 3) a falta de uma assessoria de imprensa para essa menina, para que ela saiba minimamente se portar, sobretudo para lidar com críticas, porque elas são INEVITÁVEIS, mesmo em artistas bons.

Quem disser que não existem gêneros em que brancos são mal vistos deve desconhecer o rap. Embora existam brancos fazendo boas músicas, há uma galerinha (pouca, mas existe) que acha que rap é coisa para negro. Raffa Moreira é um desses caras que defende que vê a entrada de brancos no gênero como a degeneração e o fim dele, deixando até mesmo de fazer parcerias com outros rappers por estarem junto de brancos. Não constitui, entretanto, algo que vá excluir um branco do círculo social ou mesmo impedi-lo de tocar em qualquer lugar que seja possível. Da mesma forma acontece com o samba. Tem gente que acredita existir uma pureza naquele produzido pelos negros, vendo o branco “apropriando-se culturalmente” das formas e das melodias, tal qual fez com o rock e o jazz.

O que me incomoda é, sem dúvidas, todo esse escarcéu em cima de uma frase tola. Não há necessidade de crucificar a moça por algo que ela não fez. Talvez reclamar da falta de desenvoltura, de não saber se portar como artista, de dar muitos deslizes. Até mesmo porque existem coisas mais pontuais dentro da música que mereceriam muito mais atenção e a Mallu Magalhães, sem dúvidas, não é uma delas.

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Groundcast#93b: Um pouco sobre a música japonesa

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Saudações amigos e amigas, estamos com mais um (atrasado, sei bem) podcast, trazendo a todos vocês a continuação de nosso querido e amado programa sobre música japonesa, desta vez comentando algumas bandas e também lendo alguns comentários de vocês. Então se prepare, aumente o som e let’s rock!

Playlist

1.X Japan – X

2.X Japan – I’LL KILL YOU

3.the Gazette – Maximum Impulse

4.the Gazette – Maggots

5.Church Of Misery – Filth Bitch Boogie (Aileen Wuornos)

6.SPEED-iD – MOON JET JIVE

7.Speed-Id – Justice Without Blood-Lust

8.DIR EN GREY – THE IIID EMPIRE

9.BUCK-TICK – Dress

10.Mouse on the Keys – Plateau

11.2 Bullet – Democracy

12.heaven in her arms – Abyss of the Moonbow

13.Seileen – Eden without Eve

14.The Novembers – Slogan

15.Tokyo Shoegazer – Bright

16.Asunojokei – Pomegranate

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King Diamond traz superprodução de palco para o LIBERATION FESTIVAL 2017

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Foram exatamente longos e intermináveis 21 anos de espera para que o lendário King Diamond finalmente viesse ao Brasil para única, exclusiva e especial apresentação na América do Sul. Uma das figuras mais importantes da história do heavy metal mundial é headliner do LIBERATION FESTIVAL 2017. O evento acontece, neste domingo (25/06), no Espaço das Américas, em São Paulo.

O artista dinamarquês, influência direta e evidente na formação musical de diversos importantes nomes como Metallica, Slayer, Megadeth, entre outros, é uma das atrações internacionais mais pedidas principalmente pelo público brasileiro desde o seu retorno aos palcos em 2012.

A primeira passagem de King Diamond pelo Brasil foi com a dobradinha Mercyful Fate & King Diamond, no festival Monsters of Rock, em 1996. Depois disso, muitas renomadas produtoras e outros grandes festivais tentaram traze-lo ao país, mas sem sucesso.

Após encantar os principais festivais da Europa e diversas cidades dos EUA, a Liberation Music Company orgulhosamente proporciona aos fãs brasileiros e sul-americanos o que vem sendo considerada uma das melhores e mais impressionantes performances dos últimos tempos.

Somente para transportar toda a imperdível superprodução de palco, som e luz para o espetáculo que apresenta o clássico e histórico álbum “Abigail” (1987) na integra, foi necessário o envio de um container diretamente da Dinamarca ao Brasil (com parada no México).


Reunindo outros grandes nomes do cenário do heavy metal mundial como Lamb of God (EUA), Carcass (UK), Heaven Shall Burn (ALE) e Test (BRA) em uma única data, o LIBERATION FESTIVAL 2017 vai atrair fãs das mais diversas localidades do Brasil e inclusive do exterior como Argentina, Peru, Colômbia, Paraguai e Chile. Serão aproximadamente mais de 7h de atividades ininterruptas.

Confira abaixo a ordem das exibições e horários do LIBERATION FESTIVAL 2017, que traz uma nova proposta de entretenimento, baseada na diversidade dos artistas, além de contar com superprodução digna dos grandes festivais da Europa e EUA.

Apesar da grande procura, ainda há ingressos à venda na bilheteria do Espaço das Américas, pelo site da Ticket 360 (https://www.ticket360.com.br/evento/6568/liberation-festival-2017-com-king-diamond), pelo telefone (11 2027-0777) e pontos autorizados pela empresa. Mais informações no serviço abaixo.

Confira o video promocional do LIBERATION FESTIVAL 2017 em https://www.facebook.com/liberationmcofficial/videos/2279523182273890.

A Liberation Music Company é uma das produtoras de shows, que mais crescem na América Latina. A agência já coordenou cerca de 150 turnês continentais, envolvendo algumas das maiores bandas do mundo, em seus respectivos estilos, como Garbage, Dream Theater, Bring Me The Horizon, Bullet For My Valentine, Mighty Mighty Bosstones, Steven Wilson, Lamb of God, Exodus, Testament, Lacuna Coil, Halestorm, Sabaton, A Day To Remember, Cannibal Corpse, Dropkick Murphys, etc.

Links relacionados:
https://www.facebook.com/kingdiamondofficial
https://www.facebook.com/lambofgod
https://www.facebook.com/OfficialCarcass
https://www.facebook.com/officialheavenshallburn
https://www.facebook.com/testgrind
https://www.facebook.com/liberationmcofficial
https://www.facebook.com/UltimateMusicPR

SERVIÇO SÃO PAULO
Liberation Tour Booking orgulhosamente apresenta LIBERATION FESTIVAL 2017
Bandas: KING DIAMOND, LAMB OF GOD, CARCASS, HEAVEN SHALL BURN e TEST
Data: domingo, 25 de junho de 2017
Local: Espaço das Américas
End: Rua Tagipuru, 795 (ao lado do Metrô Palmeiras – Barra Funda)
Abertura da casa: 16h
Informações gerais: info@liberationmc.com
Imprensa: press@theultimatemusic.com | 11 964.197.206
Censura: 16 anos (desacompanhados). Menores dessa idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Estacionamento: locais próximos ao Espaço das Américas
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria
Evento Fb: https://www.facebook.com/events/1806648852919135

SETORES/VALORES:
– Pista: R$ 300,00 (inteira) | R$ 150,00 (meia-entrada)
– Pista Premium: R$ 500,00 (inteira) | R$ 250,00 (meia-entrada)
– Mezanino: R$ 500,00 (inteira) | R$ 250,00 (meia-entrada)

Informações e compra de ingressos (ponto de venda sem taxa de conveniência):
# Bilheteria do Espaço das Américas: Rua Tugipuru, 795
Segunda a sábado das 10h às 19h | Forma de pagamento: somente em dinheiro

COMPRA POR TELEFONE – Ticket360: (11) 2027.0777
COMPRA PELA INTERNET – https://www.ticket360.com.br/evento/6568/liberation-festival-2017-com-king-diamond
Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito Visa, MasterCard, American Express e Diners Club

* Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei;
** A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais;
*** É expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras profissionais ou semi-profissionais.

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LIBERATION FESTIVAL 2017 divulga programação oficial do evento

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O lendário King Diamond faz única e histórica apresentação no Brasil, trazendo toda a sua superprodução de palco para executar o clássico álbum “Abigail” (1987) na integra. Fãs de diversos países da América do Sul vem prestigiar o evento – foto: divulgação

 

Já começou a contagem regressiva para o LIBERATION FESTIVAL 2017! A organização do evento revelou os tão aguardados horários das atrações que vão se apresentar, no próximo dia 25 de junho, no Espaço das Américas, em São Paulo. 

 

Reunindo grandes nomes do cenário do heavy metal mundial como o lendário King Diamond (DEN), Lamb of God (EUA), Carcass (UK), Heaven Shall Burn (ALE) e Test (BRA) em uma única data, o LIBERATION FESTIVAL 2017 vai atrair fãs das mais diversas localidades do Brasil e inclusive do exterior como Argentina, Peru, Colômbia, Paraguai e Chile. Serão aproximadamente mais de 7h de atividades ininterruptas.

 

Confira abaixo a ordem das exibições e horários do LIBERATION FESTIVAL 2017, que traz uma nova proposta de entretenimento, baseada na diversidade dos artistas, além de contar com superprodução digna dos grandes festivais da Europa e EUA.

 


 

Apesar da grande procura, ainda há ingressos à venda na bilheteria do Espaço das Américas, pelo site da Ticket 360 (https://www.ticket360.com.br/evento/6568/liberation-festival-2017-com-king-diamond), pelo telefone (11 2027-0777) e pontos autorizados pela empresa. Mais informações no serviço abaixo.

 

Confira o video promocional do LIBERATION FESTIVAL 2017 em https://www.facebook.com/liberationmcofficial/videos/2279523182273890.

 

O cultuado artista dinamarquês King Diamond, conhecido pela sua grande dinâmica vocal frente ao grupo Mercyful Fate, traz exclusivamente ao Brasil, imperdível superprodução, tendo no repertório a execução do histórico álbum “Abigail” (1987) na integra.

 

King Diamond, uma das figuras mais emblemáticas da história do heavy metal, é uma das atrações internacionais mais pedidas pelo público brasileiro desde o seu retorno aos palcos em 2012. O músico é influência direta na formação de diversos artistas importantes como Metallica, Slayer, Megadeth, entre outros.

 

Sua primeira e única passagem pelo Brasil aconteceu em 1996, com a dobradinha Mercyful Fate & King Diamond, no festival Monsters of  Rock. Depois disso, muitas renomadas produtoras e outros grandes festivais tentaram traze-lo de volta ao país, mas sem sucesso.

 

Porém, 11 anos após sua estreia, a Liberation Music Company está finalmente proporcionando aos fãs brasileiros conferir a performance, que encantou os principais festivais da Europa e diversas cidades dos EUA.

 

Já o poderoso Lamb of God é um dos maiores nomes do metal mundial na atualidade e precursor da chamada “New Wave of American Heavy Metal”. Após chegar no topo da Billboard ao vender milhões de álbuns, ser indicado várias vezes ao Grammy Awards e tocar nos maiores festivais do mundo como o Rock in Rio 2015, Randy Blythe (vocal), Mark Morton (guitarra), Willie Adler (guitarra), John Campbell (baixo) e Chris Adler (bateria) devem atrair o seu fidelíssimo rebanho para conferir uma das últimas apresentações da turnê promocional  do álbum “VII: Sturm und Drang” (2015) e do EP “The Duke” (2016) para um set matador. Após isso, a banda cogita uma breve, mas merecida pausa na carreira.

 


 

Depois de muitos rumores sobre uma nova pausa na carreira, a lendária banda britânica Carcass, um dos principais representantes do metal extremo mundial, chutou todas as especulações aos ares e retorna ao Brasil com forma máxima. Quatro anos após bem-sucedida passagem pelo país, Jeff Walker (vocal/baixo), Bill Steer (guitarra/vocal), Daniel Wilding (bateria) e Ben Ash (guitarra) estão ainda mais aniquiladores e prontos para estremecer, mais uma vez, a capital paulista com a turnê do elogiado álbum “Surgical Steel” (Nuclear Blast). Este trabalho estreou na 41º posição na Billboard 200 e alcançou as paradas do Reino Unido (4º), Suécia (4º), Finlândia (6º), Alemanha (10º), Irlanda (15º), Áustria (24º) e Japão (36º).

 


 

Com o prestigio de ter realizado importante série de exibições pela Europa ao lado do Korn e Hellyeah, a banda alemã Heaven Shall Burn finalmente vai desembarcar na América do Sul para promover o poderoso novo álbum “Wanderer” ( 2016 – Century Media Records). A performance de Maik Weichert (guitarra), Alexander Dietz (guitarra), Marcus Bischoff (vocal), Eric Bischoff (baixo) e Christian Bass (bateria) sela a estreita relação de amizade entre os músicos e a Liberation Music Company que sempre esteve à frente de todas as turnês deles na América do Sul.

 


 

O representante nacional do LIBERATION FESTIVAL 2017 é o Test, um dos mestres da cena death/grindcore sul-americana. Formado em 2010 por ex-membros de importantes bandas do underground paulista como ARE YOU GOD? e D.E.R., o dueto iniciou as suas atividades e ficou conhecido com uma abordagem guerreira, atrevida: a banda costumava estacionar uma Kombi com todo o seu equipamento na porta de grandes casas  em dias de shows de bandas como Slayer, Anthrax, Testament, etc apresentando-se na rua para o público que estava nas filas. Esta performance celebrará a impressionante marca de 500 shows da dupla, 150 dos quais divulgando o seu último álbum, “Espécies” (2015).

 


 

A Liberation Music Company é uma das produtoras de shows, que mais crescem na América Latina. A agência já coordenou cerca de 150 turnês continentais, envolvendo algumas das maiores bandas do mundo, em seus respectivos estilos, como Garbage, Dream Theater, Bring Me The Horizon, Bullet For My Valentine, Mighty Mighty Bosstones, Steven Wilson, Lamb of God, Exodus, Testament, Lacuna Coil, Halestorm, Sabaton, A Day To Remember, Cannibal Corpse, Dropkick Murphys, etc.

 


 


 

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SERVIÇO SÃO PAULO

Liberation Tour Booking orgulhosamente apresenta LIBERATION FESTIVAL 2017

Bandas: KING DIAMOND, LAMB OF GOD, CARCASS, HEAVEN SHALL BURN e TEST

Data: domingo, 25 de junho de 2017

Local: Espaço das Américas

End: Rua Tagipuru, 795 (ao lado do Metrô Palmeiras – Barra Funda)

Abertura da casa: 16h

Informações gerais: info@liberationmc.com

Imprensa: press@theultimatemusic.com | 11 964.197.206

Censura: 16 anos (desacompanhados). Menores dessa idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Estacionamento: locais próximos ao Espaço das Américas

Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

Evento Fb: https://www.facebook.com/events/1806648852919135

 

SETORES/VALORES:

– Pista: R$ 300,00 (inteira) | R$ 150,00 (meia-entrada)

– Pista Premium: R$ 500,00 (inteira) | R$ 250,00 (meia-entrada)

– Mezanino: R$ 500,00 (inteira) | R$ 250,00 (meia-entrada)

 

Informações e compra de ingressos (ponto de venda sem taxa de conveniência):

# Bilheteria do Espaço das Américas: Rua Tugipuru, 795

Segunda a sábado das 10h às 19h | Forma de pagamento: somente em dinheiro

 

COMPRA POR TELEFONE – Ticket360: (11) 2027.0777

COMPRA PELA INTERNET – https://www.ticket360.com.br/evento/6568/liberation-festival-2017-com-king-diamond

Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito Visa, MasterCard, American Express e Diners Club

 

Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei;

** A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais;

*** É expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras profissionais ou semi-profissionais.


 

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Carcass devasta Sweden Rock Festival antes de shows no Brasil

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Depois de muitos rumores sobre uma nova pausa na carreira, a lendária banda britânica Carcass parece que está chutando todas as especulações para o alto mediante a empolgação que o grupo vem evidenciando na estrada.

 

Em rápida turnê pela Europa, Jeff Walker (vocal/baixo), Bill Steer (guitarra/vocal), Daniel Wilding (bateria – Aborted, Trigger The Bloodshed) e Ben Ash (guitarra – Pig Iron, Desolation, Liquefied Skeleton) tem realizado performances devastadoras e uma das apresentações que mais conquistou elogios aconteceu, recentemente, no Sweden Rock, um dos principais festivais de verão na Europa.

 

Dividindo palco com outros grandes nomes como Aerosmith, Scorpions, In Flames, Saxon, Alterbridge, Kansas, Venom, Iced Earth, Rival Sons, Coheed and Cambria, entre outros, o Carcass simplesmente não tomou reconhecimento e mostrou que está em plena forma ao executar setlist irretocável.

 

Confira alguns vídeos desta exibição abaixo:

“Heartwork”: https://www.youtube.com/watch?v=wpeGbzNNsIU

“Cadaver Pouch Conveyor System” e “Captive Bolt Pistol”: https://www.youtube.com/watch?v=nBAWvxobEWo

“316L Grade Surgical Steel” e “Buried Dreams”: https://www.youtube.com/watch?v=H5-z-z_a-Bo

 

SHOWS NO BRASIL – Assim que encerrar o giro pelo Velho Continente, o Carcass desembarca no Brasil, quatro anos após bem-sucedida passagem pelo país. Considerado um dos nomes mais importantes do metal extremo mundial, o grupo está prestes a invadir o Rio de Janeiro, no próximo dia 24 de junho, no Circo Voador, ao lado de Lamb of God (EUA) e Heaven Shall Burn (Alemanha).

 

A venda de ingressos para este encontro imperdível na Cidade Maravilhosa continuam à venda pelo site do Ingresso Rápido (https://www.ingressorapido.com.br), na bilheteria do Circo Voador  e pontos de vendas autorizados pela ticketeira. (https://www.ingressorapido.com.br/PontosVenda.aspx).

 

Já no dia seguinte (25/06), as três bandas integram o line-up do LIBERATION FESTIVAL 2017, no Espaço das Américas, em São Paulo, tendo como headliner o lendário King Diamond, que fará histórica apresentação executando o clássico álbum “Abigail” (1987) na íntegra e trazendo toda a sua superprodução de palco. Confira o vídeo promocional do LIBERATION FESTIVAL 2017 em https://www.facebook.com/liberationmcofficial/videos/2279523182273890.

 

Apesar da grande procura, ainda há ingressos à venda na bilheteria do Espaço das Américas, pelo site da Ticket 360 (https://www.ticket360.com.br/evento/6568/liberation-festival-2017-com-king-diamond), pelo telefone (11 2027-0777) e pontos autorizados pela empresa. Mais informações no serviço abaixo.

 

Formado em Liverpool (ING) em 1985, a banda considerada a criadora do grindcore, concretizou o seu retorno com o lançamento do elogiado álbum “Surgical Steel” (2013 – Nuclear Blast), após hiato de 11 anos, que durou de 1996 até 2007.

 

“Surgical Steel” é o primeiro lançamento de estúdio do grupo desde o LP “Swansong” (1996). Esse trabalho produzido  por Colin Richardson (Fear Factory, Machine Head, Napalm Death, Slipknot, Cannibal Corpse) e mixado por Andy Sneap (Megadeth, Accept, Exodus, Testament) estreou na 41º posição na Billboard 200, além de alcançar as paradas de diversos países como Reino Unido (4º), Suécia (4º), Finlândia (6º), Alemanha (10º), Irlanda (15º), Áustria (24º), Japão (36º), EUA (41º), Austrália (59º), Holanda (73º), França (80º), Bélgica (87º).

 


 


 


 

Links relacionados:

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Serviço Rio de Janeiro

Liberation Tour Booking e Circo Voador orgulhosamente apresentam Lamb of God (EUA), Carcass (Reino Unido) e Heaven Shall Burn (Alemanha)

Data: sábado, 24 de junho de 2017

Local: Circo Voador

End: Rua dos Arcos S/N – Lapa

Hora: 18h (abertura dos portões)

Informações gerais: www.circovoador.com.br

Censura: 16 anos (desacompanhados). Menores dessa idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Imprensa: press@theultimatemusic.com

Estrutura: acesso para deficientes, área para fumantes

 

SETOR/VALOR (1º lote):

– Pista: R$ 150,00 (meia-entrada/promocional*) | R$ 300,00 (inteira)

*Doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia).

 

Informações e compra de ingressos:

# Bilheteria do Circo Voador

# COMPRA PELA INTERNET – https://www.ingressorapido.com.br

Outros pontos de venda: https://www.ingressorapido.com.br/PontosVenda.aspx

 

SERVIÇO SÃO PAULO

Liberation Tour Booking orgulhosamente apresenta LIBERATION FESTIVAL 2017

Bandas: KING DIAMOND, LAMB OF GOD, CARCASS, HEAVEN SHALL BURN e TEST

Data: domingo, 25 de junho de 2017

Local: Espaço das Américas

End: Rua Tagipuru, 795 (ao lado do Metrô Palmeiras – Barra Funda)

Abertura da casa: 16h

Informações gerais: info@liberationmc.com

Imprensa: press@theultimatemusic.com | 11 964.197.206

Censura: 16 anos (desacompanhados). Menores dessa idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Estacionamento: locais próximos ao Espaço das Américas

Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

Evento Fb: https://www.facebook.com/events/1806648852919135

 

SETORES/VALORES:

– Pista: R$ 300,00 (inteira) | R$ 150,00 (meia-entrada)

– Pista Premium: R$ 500,00 (inteira) | R$ 250,00 (meia-entrada)

– Mezanino: R$ 500,00 (inteira) | R$ 250,00 (meia-entrada)

 

Informações e compra de ingressos (ponto de venda sem taxa de conveniência):

# Bilheteria do Espaço das Américas: Rua Tugipuru, 795

Segunda a sábado das 10h às 19h | Forma de pagamento: somente em dinheiro

 

# COMPRA POR TELEFONE – Ticket360: (11) 2027.0777

# COMPRA PELA INTERNET – https://www.ticket360.com.br/evento/6568/liberation-festival-2017-com-king-diamond

Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito Visa, MasterCard, American Express e Dinners Club

 

* Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei;

** A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais;

*** É expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras profissionais ou semi-profissionais.

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Entrevista com Kaledon

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Kaledon é uma banda interessante de Power Metal vinda da mesma terra do Rhapsody of Fire. Contudo, seguem uma linha mais direta, com uma musicalidade que flerta com o heavy metal mais tradicional em muitos momentos. A gente fez uma entrevista bem bacana por e-mail com Alex Mele, guitarrista e principal compositor da banda.

Groundcast: Para começar, pode nos contar um pouco da história da banda, pois acho que talvez alguns por aqui não a conhecem.

Alex Mele: Olá, obrigado pela oportunidade e pelo espaço no seu site. Bem…o Kaledon começou no fim de 1998. Depois de pouco tempo, gravamos uma demo. Começamos a tocar em todo o lugar e foi assim que a história começou. Mudamos muito de formação, e claro que tivemos os mesmos problemas que muitas bandas têm, mas, nesse tempo, lançamos nove álbuns, uma coletânea e um ao vivo (somente em versão digital) e fizemos muitas turnês pela Europa, então, isso é o Kaledon.

Groundcast: Quais são as suas influências?

Alex Mele: De Vivaldi a Slayer, hahahahahaha. Não, falando sério, a gente escuta de tudo e temos muitas influências. Cresci ouvindo Queen, Iron Maiden, Deep Purple, Black Sabbath, e toda música boa. Os outros caras escutam coisas um pouco mais pesadas, mas que no final resultam no nosso som.

Groundcast: Antes do lançamento de Carnagus – Emperor of the Darkness tivemos em 2014 o Antillius: The King of the Light . O que mudou na banda nesses três anos e como você poderia descrever a progressão que tiveram?

Alex Mele: Primeiramente, temos dois novos membros na banda, o vocalista Michele Guaitoli e o baterista Manuele Di Ascenzo. O nosso antigo vocalista saiu depois do lançamento do Antillus e, por conta disso, não houve turnê desse trabalho. Já no final de 2014 e começo de 2015 praticamente escrevi 75% do novo álbum, mas isso foi muito complicado, pois fiz as músicas sem saber quem as cantaria. A musicalidade ficou muito diferente, mas o resultado final parece fantástico. Não posso esperar para sair em turnê novamente, estou muito empolgado para voltar para a estrada.

Groundcast: Fale um pouco para a gente sobre este novo disco, o que os fãs podem esperar?

Alex Mele: Uma porrada na orelha! Ahahahahahh. Bem, as novas músicas são mais pesadas, mais fortes, mais agressivas. Então, espere alguma coisa bem metal, eu realmente espero que vocês curtam o trabalho.

Groundcast: Vocês tocam Power Metal e não preciso dizer que uma das maiores bandas do gênero vêm do país de vocês, a Itália. Como vocês fazem para não soarem como o Rhaposdy, mas ainda sim ficarem dentro do mesmo estilo?

Alex Mele: A gente sempre tenta fazer alguma coisa diferente. Claro que a gente ama Rhapsody of Fire e fizemos uma turnê europeia com eles em 2012, mas neste momento em particular somos diferentes deles. Eles ainda tocam um som muito poderoso, mas o Kaledon agora é mais moderno, mais 2017…. Espero que entendam o que quero dizer. Rhapsody of Fire criou esse estilo em 1997 e por essa razão eles podem fazer o que bem quiser e nós, por outro lado, queremos sempre inovar.

Groundcast: Como foi o processo de criação do último álbum, você primeiro pensa em uma história que gostaria de nos contar e depois faz as músicas em cima dela ou faz alguma outra coisa?

Alex Mele: Então, todos os nossos trabalhos são baseados numa história de fantasia que eu escrevi em 1997. Fiz um romance de seis capítulos e os seis primeiros discos foram baseados nesses capítulos, um para cada. Depois disso comecei a contar a mesma história, mas de pontos de vista distintos. Em 2013, fizemos um álbum sobre Altor, o rei ferreiro, em 2014, sobre Antillus, o rei de Kaledon e agora sobre Carnagus. Mesma história, diferentes pontos de vista.

Groundcast: Pelo menos para mim, eu sempre ligo power metal com jogos de RPG de tabuleiro e eletrônicos, além de livros e seus fãs gostam disto? Eu pessoalmente já joguei Dungeons and Dragons por muitos anos.

Alex Mele: Eu NUNCA joguei RPG huahauhauahuahau. Desculpe-me. 🙂

Groundcast: Creio que a arte da capa é algo extremamente importante para a banda, você tem algum artista favorito para fazer as artes ou cada álbum tem o toque de um artista diferente?

Alex Mele: Tivemos muitos artistas trabalhando conosco no passado, mas agora Jean Pasca Fournier é o melhor que pude encontrar. Ele faz exatamente aquilo que está na minha cabeça! A capa perfeita. Eu simplesmente mando para ele uma descrição curta da cena que quero e ele faz.

Groundcast: A banda tem quase 20 anos, como vocês se mantém na ativa por tanto tempo, visto que vocês mantem a mesma formação desde 1998?

Alex Mele: O que posso dizer… amor… paixão… força de vontade… com toda certeza não é pelo dinheiro hahahaha

Groundcast: Como você vê a evolução da banda até agora?

Alex Mele: Vejo um lindo bebê que tem se tornado um adulto forte e maduro. Realmente eu vejo isto.

Groundcast: Estamos na era da internet e vocês sabem como é fácil baixar qualquer coisa. Em países como a Alemanha – que é estrita quanto a isto – muita gente o faz e também muitos recebem punição. Então, o que pensam a respeito disto, desta “liberdade” que a internet nos dá de compartilhar as coisas e sobre serviços de streaming como o Spotify?

Alex Mele: É a morte para a música, Você pode ficar popular mais facilmente, isso é verdade, mas, por outro lado, você também não consegue vender álbuns, então isto mata tudo.

Com poucas vendas há também poucos pedidos de shows e isto fica pior a cada ano.

E também as pessoas vem perdendo o interesse pela música em seus formatos digitais.

Não consigo imaginar um álbum sem um encarte, para mim são como itens de colecionador, mas infelizmente a nova geração pensa diferente, ela está na era da internet. Realmente espero que as coisas mudem num futuro próximo ou talvez não tenha nenhum futuro para a gente.

Groundcast: E como anda a cena na Itália?

Alex Mele: A cena por aqui é fantástica! Um monte de bandas e músicos excelentes, nada muito diferente de outros países… A gente arrebenta!

Groundcast: O que vocês planejam para o futuro da banda?

Alex Mele: Queremos tocar o máximo possível. E claro, novas músicas estão por vir, mas, neste momento, a prioridade é voltar à estrada, então, nos vemos por aí…

Groundcast: Muito obrigado por esta entrevista. Agora você pode dizer alguma coisa para os nossos leitores.

Alex Mele: Muito bem, queria agradecer novamente pela oportunidade e espero ver vocês de novo. A mensagem mais importante que posso mandar é: Por favor, COMPREM a música, seja ela em formato físico ou digital e não usem de meios ilegais para consegui-la. Isso vai ajudar e muito a nossa amada música.

Até mais ver.

Alex Mele.

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[Review] ENDON ‎– Through The Mirror (2017)

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1. Nerve Rain 5:41
2. Your Ghost Is Dead 5:52
3. Born In Limbo 4:05
4. Pensum 1:38
5. Postsex 4:16
6. Perversion ‘Till Death 10:04
7. Through The Mirror 5:50
8. Torch Your House 8:52

Noise / Experimental / Black Metal / Grindcore, Daymare Recordings

Conheci os japoneses do ENDON quando o perfil do Boris compartilhou o clipe de PARRICIDE AGENT SERVICE e aquilo ali me abriu a cabeça com um tremendo de um espanto. Fazia tempo que uma banda de metal não me chamava a atenção com tantos elementos. Era notório ali o noise, o hardcore, o black metal, o grindcore e até mesmo a rispidez do death metal, tudo mergulhado num turbilhão caótico e extremamente poderoso.

Quando vi o clipe de Your Ghost is Dead esperava então uma porrada sonora digna de repetição e o disco Through the Mirror não falhou. Posso dizer com certeza que esse trabalho derruba muita coisa. É barulhento, é pesado, seguindo uma tendência dos bons grupos de hardcore, como o Full of Hell e o The Body. Comparado com o trabalho anterior, este é mais palatável e mais melódico. Traz muitas influências vindas de Metalcore, mas de uma maneira extremamente brutal.

O disco começa com Nerve Rain, cheia de ruídos e uma chiadeira que vem preparar os ouvidos para a surra que segue com a já mencionada Your Ghost is Dead. Essa música é, meu amigo, uma das melhores e mais brutais coisas que você vai escutar esse ano. Faz um belo tributo ao metal extremo técnico e bem executado, em alguns momentos me remeteu ao saudoso Anorexia Nervosa, tamanho o nível de intensidade. Sem dar pausa para os ouvidos relaxarem, Born in Limbo começa com uma introdução meio estilo filme cyberpunk, meio música industrial e conforme a música vai prosseguindo a barulheira vai se tornando ainda mais caótica, quase como se fosse parte de uma trilha sonora de algum filme. Pensum é grindcore dos bons, rápido, sujo e agressivo, sem frescura, sem nada.

A musicalidade de Postsex é bastante desordenada, praticamente um tributo ao Napalm Death, resgatando aquele som maravilhoso do começo do grindcore e aliando com muito noise. A faixa mais longa deste trabalho é Perversion ‘Till Death, extremamente experimental, misturando noise, free jazz, grindcore, black metal e uma porrada de outras coisas. É a música que melhor representa o ENDON. A faixa que nomeia o disco, Through The Mirror, é mais cadenciada e normal comparada com as outras, inclusive com linhas instrumentais mais limpas e mais melódicas, que trazem marcas de grupos como o Converge. Com Torch Your House termina com uma balada pesada, com muitas distorções e efeitos que vão uma ambientação muito interessante.

Com certeza é um dos melhores discos deste ano. É uma obra prima do metal extremo, com gente muito competente fazendo. Pessoalmente ainda acho o [MAMA] melhor, mas garanto que este é um dos melhores trabalhos de metal extremo de 2017. Então bora ouvir.

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Groundcast#93a – Um Pouco Sobre a Música Japonesa

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Saudações amigos e amigas deste podcast maravilindo e extremamente atrasado chamado Groundcast. Estamos com mais uma edição, desta vez para falarmos de música japonesa ou, pelo menos, tentar. Falaremos um pouco sobre como essa música popular moderna apareceu por lá e como ela chegou aqui no ocidente.

E por motivos de o programa ter ficado escaralhadamente enorme, ele foi dividido em duas partes, então semana que vem vocês irão ouvir a continuação direta dele e os comentários anteriores.

01.Boris – Vanilla
02.Boris – Flare
03.George Hama, Blue Angels – Yuke Tomo yo Lionmaru yo
04.MoJo, Columbia Yurikagokai – Seiun Kamen Machineman
05.Gauze – Fuck Head
06.Gauze – Love Song
07.Aural Vampire – Vampire Ecstasy
08.Aural Vampire – V. Madonna Schizoid
09.nuito – NeKoMaJiN vs
10.nuito – Tongpoo
11.Eizo Sakamoto – インドヴォルグのお店/SHOP OF 1,000 PLEASURES
12.Eizo Sakamoto & Nerima Macchoman – Supiido Metaru Shoo (Yachimata Shi Piinattsu Matsuri Live)
13.Malice Mizer – Au revoir
14.Malice Mizer – Shi no butö – a romance of the “Cendrillion”
15.Akira Kushida – Powerful Fighter Jaspion
16.Akira Kushida – Space Sheriff Sharivan
17.Luna Sea – 3. RAIN
18.HIGH and MIGHTY COLOR – Seek
19.HIGH and MIGHTY COLOR – Ichirin no Hana
20.Luna Sea – TRUE BLUE
21.Maximum the Hormone – What’s up, people?!
22.Maximum the Hormone – Johnny Mamamiya California -Johnny Tetsu Pipe II
23.BAISER – Garden Of Eden
24.T.M.Revolution – HEART OF SWORD ~夜明け前~
25.T.M.Revolution – LIGHT MY FIRE
26.Beloved Enemy – Enemy Mine

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[Review] WOVOKA / LLNN: – „Traces / Marks“ (2017)

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1.LLNN – The Guardian (3:42)

2.LLNN – Swarms (2:54)

3.LLNN – Engineer of Ire (2:09)

4.LLNN – Nostromo Falls (2:49)

5.LLNN – Eye of the Covenant (3:47)

6.LLNN – Gravitated (5:16)

7.Wovoka – Traces (17:29)

Sludge/Hardcore, Doom/Sludge/Post-Metal, Pelagic Records

Esse é um daqueles discos que são uma pancada sonora das brutas no ouvido e que merecem ser reescutados quantas vezes forem necessárias. Temos de um lado os dinamarqueses do LLNN, com toda a brutalidade do Sludge e do Hardcore, trazendo material do seu primeiro trabalho, e os americanos do Wovoka com a densidade de seu doom metal carregado na aura do post-metal em um trabalho inédito.

Do lado do LLNN começamos com The Guardian, que começa bem amena, com um drone em estilo krautrock, que é subitamente cortado por um riff áspero e forte, seguido dos vocais urrados e uma mudança de andamento que transforma a sensação de ouvir num caos auditivo bastante intenso ao final da música. Swarms é um hardcore sombrio e sujo, daqueles que ficam martelando pelas ótimas sequencias de bateria intercaladas com a guitarra e que remetem aos tempos primordiais do Neurosis, um dos grandes pilares do Post-Metal, que à época fazia um hardcore bastante influenciado por metal. Engineer of Ire é sem dúvida uma das faixas mais impressionantes desse trabalho, pois traz em si um tom mais épico e imponente.

Na faixa seguinte, Nostromo Falls, temos a volta do drone krautrock, mas mais distorcido, para anunciar a entrada de uma música ainda mais angustiante do que a anterior. Em Eye of the Covenant, que soa como uma continuação da faixa anterior, o clima continua trazendo mais desespero e mais peso, mais melancolia e mais morbidez, junto de algumas passagens bem de leve com o uso de sintetizadores. Este pedaço do split se encerra com a Gravitated, que é a música mais longa dos dinamarqueses, mostrando uma faceta mais experimental e ambiente, com muito sintetizador, quase como a trilha sonora de um filme sombrio de ficção científica.

O Wovoka traz apenas uma única música, de quase dezoito minutos chamada Traces. Ela resume bem o estilo da banda, que está enraizada num sludge bem lento, com ótimas partes de guitarra e uma bateria muito forte, puxando um lado do hardcore e até mesmo do post-rock que farão qualquer fã do Cult of Luna e do Minsk ficarem muito felizes.

Esse é um puta disco, é um baita trabalho que dá vontade de escutar mais e mais. Mostra uma concisão e uma maturidade como banda que tem sido cada vez mais raros dentro da cena alternativa, mostrando que é possível apostar num som interessante sem recorrer a receitas prontas.

Links Relacionados

WOVOKA • https://www.facebook.com/officialwovoka

LLNN • www.facebook.com/llnnband

www.pelagic-records.com

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Escute o novo disco WOVOKA / LLNN: – „Traces / Marks“ na íntegra

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Sim senhores, essa semana sai o áudio integral do novo disco sensacional, um split entre os dinamarqueses do LLNN e os americanos do Wovoka. É um trabalho que traz um sludge/hardcore muito pesado, denso e atmosférico. Do lado do LLNN temos um drone sintético seguido do mais cru e sujo hardcore, rasgado por uma bateria forte e marcada e muitos riffs diretos, lembrando muitos bons momentos de grupos como o Godflesh e o Neurosis. Já com o Wovoka temos uma única faixa, densa e obscura, que resume em seus quase dezoito minutos toda a agressividade e decadência daquele sludge maroto que os americanos sabem fazer.

Bom trabalho garotos e bom trabalho para a Pelagic Records pela divulgação desse maravilhoso split.

Links Relacionados

WOVOKA • https://www.facebook.com/officialwovoka

LLNN • www.facebook.com/llnnband

Você também pode comprar pelo site da Pelagic Records (que entrega em qualquer lugar do mundo) pelo site http://pelagic-records.com/webshop/

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Bemore: confira o vídeo de Virus

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A banda italiana de metal alternativo Bemore acaba de lançar o vídeo de seu mais recente trabalho, Virus. Produzido pela Lucernafilms e inspirado, segundo o vocalista Christopher Volpi, no conto A Máscara da Morte Rubra, de Edgar Alan Poe, tem como temática mostrar um pouco de luz que ainda existe em um mundo fraturado e machucado como o nosso.

Bemore é um projeto encabeçado por Volpi após o fim de sua outra banda, o Ready, Set, Fall, de abordagem mais próxima do Metalcore e com uma linha melódica muito diferente do Bemore, que vai para um lado mais sombrio.

Links Relacionados

https://www.facebook.com/bemoreband

https://www.facebook.com/bemoreband

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