Apenas mais um programa#3: Beber, Cair e Levantar Bêbado

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Com muito orgulho e pouca vergonha na cara que a gente volta com a terceira edição do programa mensal mais sem propósito que é o Apenas mais um programa, aquele programinha mequetrefe do Groundcast que não tem absolutamente nada de muito útil para falar para vocês, mas mesmo assim vocês amam de paixão.

Nesta semana a gente resolveu comentar algumas notícias um tanto quanto peculiares e resolvemos abrir nossas cervejas, cevadas, uísques, pingas baratas, vodcas e demais bebidas de procedência duvidosa para deliciar vocês com o mais baixo que um ser humano pode chegar em sua sinceridade alcoolica.

Para finalizar, colocamos cinco serviços que vocês precisam conhecer, pois a humanidade ficaria muito pior se eles não existissem.

Preparem o dorflex porque a pancada vai ser forte.

Notícias comentadas

OPORTUNIDADE DE EMPREGO Traficantes recrutam no Educandos e oferecem diária de R$60 e benefícios: http://www.acritica.com/channels/manaus/news/traficantes-recrutam-no-educandos-e-oferecem-diaria-de-r-60-e-beneficios

SAÚDE Comida gordurosa pode fazer uma pessoa se tornar gay, diz estudohttp://varelanoticias.com.br/comida-gordurosa-pode-fazer-uma-pessoa-se-tornar-gay-diz-estudo/ (pior que isso saiu até em estudo acadêmico).

ESPORTES Ex-jogador do Gaúcho envolvido em vídeo fala sobre episódio: “Era zoeira mesmo”: http://zh.clicrbs.com.br/rs/esportes/noticia/2017/07/ex-jogador-do-gaucho-envolvido-em-video-fala-sobre-episodio-era-zoeira-mesmo-9833751.html

Serviços Incrivelmente Úteis

Serviço de aluguel de mãeshttp://www.needamomnyc.com/

Modelos sensuais que ensinam mandarim:
https://www.sexymandarin.com/

Aluguel de Anões: http://connectedmontreal.com/montreal-bachelor-party/midget-rental/

Namorado ou namorada invisível: https://invisiblegirlfriend.com/faq

Envio de mensagens em batatas:
https://potatoparcel.com/pages/faq

Todas as músicas de fundo foram compostas por Fabio Melo.

Álbum em alguns blocos: Stars of Aeon – Interstellar Last Waltz: https://starsofaeon.bandcamp.com/releases

Abertura do Programa
DarxieLand Kevin MacLeod (incompetech.com)
Licensed under Creative Commons: By Attribution 3.0 License
http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/

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Groundcast Entrevista#31: Uganga

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Saudações amigos e amigas do meu, do seu e do nosso programa Groundcast. Estamos com mais uma entrevista sensacional, desta vez com uma banda muito foda, o Uganga. Falamos com Marco Henriques, baterista da banda e conversamos muito sobre a banda, mercado nacional e como devemos sempre seguir em frente com nossas aptidões, além de dicas de como montar um boteco.

Links Relacionados

https://www.facebook.com/ugangaband/

http://www.uganga.com.br/

https://www.youtube.com/user/ugangamg

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Qual artista você quer comprar?

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Eu sempre sou muito reticente sobre escrever alguma coisa contra o que se convenciona como “movimentos sociais” ou, como diria aquele seu amigo reacionário, aqueles “esquerdistas abortistas fumadores de maconha que querem implementar o comunismo no Brasil”. Até porque o Groundcast não é para esse tipo de gente com pensamento tanto do lado mais “conservador” (colocado com muitas aspas aqui) como do lado mais “progressista” (colocado com mais aspas ainda). Entretanto, essa semana aconteceu algo que me causou um bocado de espanto, um caso essa semana que expos o quanto a tal cena alternativa tem se construído num ideal tão pobre e tão romantizado que eleva o artista à condição de criatura romântica que deve ter sua conduta sempre nobre e correta, tal qual a cena pop mainstream.

Desde que escrevi sobre a Mallu Magalhães que noto certo grau de truísmo por parte da chamada “galerinha do lacre”. Vamos ser bem sinceros: ninguém gosta de pessoas que são abusadoras, sexistas, que xingam mulheres e tal. Nem mesmo quem é abusador, sexista ou xinga mulheres. Mesmo porque essas pessoas não vão enxergar que seus atos estão errados ou, no máximo, são justificados porque outras pessoas de seu grupo social aceitam isso como moralmente correto. Tem um estudo da Yara Mekawi sobre empatia e desumanização que explica isso muito bem ao correlacionar o fato de que alguns grupos sociais são mais protegidos pelo medo que os potenciais agressores têm da reação social do que pelo fato de sentirem alguma empatia pela pessoa. Há mais estudos sobre isso, alguns inclusive correlacionando efeitos de como as mulheres são maltratadas, mas que infelizmente são pagos, então vou ficar devendo para vocês.

O falecido Chuck Berry não teria nenhum lugar ao sol se dependesse de ser um bom moço…

Dentro desse meio que o mercado descobriu que o ativismo social vende muito. O El Coyote tem um texto muito legal sobre o assunto, explicando o quanto as pessoas engajadas com causas como feminismo, LGBT, minorias étnicas, entre outras, começaram a fazer parte do mercado consumidor. Esse é um fenômeno estritamente das grandes empresas, das grandes marcas, como a Disney e a Netflix, que sabem muito bem como lucrar em cima disso. Entretanto, isso também respinga (diria que tem inundado mais do que nunca) o pessoal mais alternativo, o que ficou bem evidente no caso mais recente envolvendo Felipe Zancanaro, guitarrista do grupo Apanhador Só.

Ele era casado com a apresentadora Clara Corleone, que decidiu jogar a merda no ventilador após a banda lançar a música “Linda, louca e livre”, cuja letra possui aquele discurso pró-feminista feito por uma banda de machos-héteros-semi-desconstruídos e apontar que era muito hipócrita defender a liberdade da mulher em relacionamentos enquanto um dos integrantes da banda traia e abusava dela enquanto se relacionavam. A crítica da mulher nem é para a banda e sim para o guitarrista, deixando muito claro que o problema não é e nunca foi o Apanhador só, que a ideia era mais um desabafo e também um tapão na cara contra todo esse discurso de “desconstruidão da porra” que rola.

O Apanhador Só dessa vez só apanhou (malz a piada, não resisti….)

O que se seguiu é digno de pena. Um monte de gente, a maioria mulheres, começou a atacar a banda, chamando-a de apoiadora de machista, com todos aqueles clichês horrorosos possíveis. Não as condeno, se eu fosse mulher talvez fizesse a mesma coisa. O próprio Felipe pediu desculpas e disse que ele ainda é fruto do machismo da sociedade. O que é muito cômodo depois que tudo está desabando, além de bastante conveniente. Não acredito que esteja realmente arrependido de ter transado com tanta gente só porque bateu aquele peso na consciência ou mesmo porque se colocou no lugar da Clara. A reação social forçou a pelo menos admitir um erro e a uma retratação bem meia boca, mas que talvez possa servir de lição para o moçoilo.

O meu ponto, contudo, é outro. Por causa dessa repercussão, a banda resolveu dar um tempo nas atividades, em virtude de todas essas reclamações de machismo, cancelando shows com medo das represálias. O que mostra como o público desse tipo de banda é extremamente sensível ou a banda é formada por gente muito bunda mole. Isso é o resultado de uma tendência que existe a grupos se formarem em cima de uma militância que exige do mundo uma preocupação com as mazelas que sempre estiveram aí. Não que estejam errados nisso. O problema é que esse tipo de exigência acabou criando um novo produto no mercado: o homem desconstruído.

Isso faz parte do manual do desconstruídão: aparar bem a barba e o bigode.

O homem desconstruído, em tese, é aquele que, durante o seu processo de amadurecimento, se desfaz daquele machismo com o qual se vê inserido socialmente (partindo de uma premissa que todos os homens são machistas por natureza) e, por isso, precisa aprender que existe todo um sistema opressivo que coloca homens e mulheres em posições sociais muito desiguais. A ideia da desconstrução foi proposta inicialmente por Jacques Derrida para contrapor conceitos filosóficos e depois apropriada pelos movimentos sociais. O que também é algo muito complicado porque a própria ideia de desconstrução é criticada por gente como o Sokai, o Habermas e o Saerle, sobretudo no que tange a falta de logicidade e método ou mesmo o não-criticismo do que se propõe a desmontar um modelo já existente.

Para piorar as coisas, não existe nada sobre o homem desconstruído que não esteja escrito em português e que não seja no Brasil, o que me leva a concluir que esse produto mercadológico é exclusivamente brasileiro. O que faz muito sentido visto que, segundo artigo do site Compromisso e Atitude, 89% das vítimas de violência sexual no Brasil são mulheres, para 70% da população, é a mulher que mais sofre violência doméstica e todas as mulheres têm consciência da existência da Lei Maria da Penha como amparo legal a elas. Nesse cenário, é bem compreensível que elas queiram justamente um modelo de homem que não seja somente sensível e romântico, mas que também lute contra toda essa opressão, que a respeite como ser humano, que demonstre apreciar a sua liberdade e, se for bonito, melhor ainda.

Ele e tantos outros artistas possuem um discurso MUITO parecido quando se trata do “homem desconstruído”…

Com isso passou-se a produzir mais artistas que usam desse expediente para vender e o Apanhador Só foi só mais um deles. Essa ideia de “homem desconstruído” é um grande mito que se criou para poder vender um modelo que, quando posto à prova no mundo real, não se concretiza e as pessoas se chocam quando descobrem que, no fundo, todo mundo pode ser um grande cuzão sem nenhum tipo de barreira. Podem ser desde pessoas que xingam muito mulheres até mesmo casos em que rolam altas porradas e violências sexuais indescritíveis, da mesma maneira que a pessoa do dia a dia, que vez por outra, aparece nos jornais sensacionalistas da vida. Some a isso outros grupos socialmente oprimidos, como LGBT, negros etc e você terá a tal da “geração lacre”, como eu li em algum lugar no Facebook, formada por pessoas que, dentro de sua bolha social, veem nos artistas um modelo perfeito de pessoas, éticas, morais e sem nenhum defeito de caráter.

Todavia, não existe problema em escrotizar uma banda como foi feito com o Apanhador Só, ainda que pelos motivos errados. O problema real consiste quando, instigados por esse tipo de comportamento, alguém resolve voltar com aquela velha prática conservadora de apontar. Neste texto aqui, que tinha o nome de “Bandas que você deveria deixar de apoiar” até o dia 18 de agosto e, na data de publicação dessa postagem, alterado para “Bandas brasileiras com denúncias de atitudes machistas”, sem nenhum tipo de aviso ou mea culpa pela alteração da chamada espúria. O texto, à época da publicação, tinha um teor bastante moralista do tipo “vamos parar de apoiar esse bando de banda machista”, o que parece um bocado estranho pois duvida muito da inteligência das pessoas que ouvem esses grupos de poder escolher entre continuar gostando e ter uma atitude crítica ou deixar de gostar por serem uns completos babacas. Também coloca a ideia que só existirá apoio a todo mundo que for ético, moral e do bem, tal qual empresas que têm compromissos sociais.

Sinta-se feliz se você conhece este senhor.

Isso torna artistas produtos que precisam atender às demandas dessa galerinha, no lugar de serem pessoas que, dentro de suas idiossincrasias, possam produzir arte e ter alguma coisa a dizer. Gosto muito do Boyd Rice, é um dos caras mais incríveis da música industrial e me arrisco a dizer que muito do que o industrial é hoje se deve a ele. Mas, ao mesmo tempo, é um sujeito que manda feministas chuparem a r*l* dele e que fica naquele limite entre pessoa e personagem. Possivelmente hoje seria encarnado naquela listinha com uma série de prints, talvez teria um post dedicado. Ao mesmo tempo que é o cara que condena a tolerância com extremismos e, como ele mesmo diz “não há desculpas para ser um babaca / e vivemos na era das desculpas / na era dos babacas”. Nem por isso compro os discursos preconceituosos que vez por outra coloca. Assim como muitos outros artistas que também são pessoas ruins, mas com obras magníficas.

Não digo isso com aquele velho clichê (embora válido) de separar artista e obra, porque seria um assunto para um artigo separado. Mas é a questão que esse pessoal do underground muitas vezes acaba sendo consumidor de modelos de bandas / pessoas / ideais do que da obra  produzida por esses artistas, seguindo um modelo muito parecido com o utilizado pela indústria da cultura de massa. O Apanhador Só mesmo é uma banda entre o mediano e o execrável. Daí retomo a pergunta inicial: qual artista você quer comprar? Aquele que atende ao seu desejo de um mundo ideal ou que tem alguma coisa a te dizer, ainda que você não goste?

Fica aberta a reflexão.

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In Flames já tem ingressos à venda para shows no Brasil

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A cultuada banda sueca In Flames, um dos nomes mais venerados e revolucionários do rock/metal mundial, confirmou recentemente a tão aguardada turnê promocional do excelente novo álbum “Battles” pela América Latina.

Com o prestigio de sempre estar realizando longas turnês, figurar nos principais festivais, além de lotar as principais e mais importantes casas da Europa e EUA, Anders Fridén (vocal), Björn Gelotte (guitarra), Niclas Engelin (guitarra), Joe Rickard (bateria) e Bryce Paul (baixo) retornam ao Brasil, oito anos após brilhante show de estreia no País.

A Liberation Tour Booking acaba de disponibilizar a venda de ingressos para os shows em Belo Horizonte (19/10 – Music Hall BH), Rio de Janeiro (20/10 – Circo Voador), São Paulo (21/10 – Via Marquês) e Curitiba (22/10 – Hermes Bar). Mais informações nos serviços abaixo.

Com uma lista de hits como “Cloud Connected”, “Only for the Weak”, “The Quiet Place”, “Take This Life”, “Pinball Map”, “Trigger”, “My Sweet Shadow”, “Colony”, “The Mirror’s Truth”, “Bullet Ride”, “System”, “Clay Man”, “Episode 666”, entre outros, o In Flames se estabeleceu como um fenômeno global.

A turnê promocional do aclamado novo álbum “Battles” consiste nas seguintes datas:
15/10 – Auditorio Mayor – Bogotá, Colômbia
17/10 – Teatro Vorterix – Buenos Aires, Argentina
19/10 – Music Hall BH – Belo Horizonte, Brasil
20/10 – Circo Voador – Rio de Janeiro, Brasil
21/10 – Via Marquês – São Paulo, Brasil
22/10 – Hermes Bar – Curitiba, Brasil
24/10 – Teatro Cariola – Santiago, Chile
26/10 – Mangos – Lima, Peru

O novo show celebra 23 anos de sucesso e o bem-sucedido novo álbum “Battles”, que logo na primeira semana de lançamento, estrou nas principais posições no Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Suécia Noruega, Finlândia, Austrália, Áustria, Bélgica, França, Espanha, Suíça.
 
“Battles” foi lançado no dia 11 de novembro de 2016 via Nuclear Blast Records. O 12º disco da carreira do In Flames foi gravado em Los Angeles ao lado de Howard Benson, produtor que já foi indicado várias vezes ao Grammy e trabalhou com Motörhead, Body Count, Sepultura, entre outros.

Formada em 1994, o In Flames é reconhecido como um dos precursores do movimento “New Wave of Swedish Death Metal” – popularmente conhecido como “Gothenburg Metal Sound” – ao lado de At The Gates, Dark Tranquillity e até Soilwork.

Após o lançamento dos álbuns “The Jester Race” (1996), “Whoracle” (1997), “Colony” (1999) e “Clayman” (2000), a banda saiu do anonimato para se tornar um ícone cult da cena heavy metal europeu. No entanto, foi com “Reroute to Remain” (2002), “Soundtrack to Your Escape” (2004), “Come Clarity” (2006), “A Sense of Purpose” (2008), “Sounds of a Playground Fading” (2011) e “Siren Charms” (2014), que o grupo chegou a figurar como o principal expoente do death metal mundial, invadir a capa das principais revistas especializadas e abrir as portas dos grandes festivais da Europa como Waken Open Air, Hellfest, Download, Rock Hard, Sweden Rock fest, dentre tantos outros.

A primeira e única e última passagem do In Flames pelo Brasil, aconteceu no histórico 15 de fevereiro de 2009. O show, sold out, foi considerado um dos melhores do ano. A performance do grupo levou os fãs à loucura ao executarem diversos clássicos da carreira e impressionante performance.

Links relacionados:
https://www.facebook.com/inflames

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SERVIÇO SÃO PAULO
Liberation Tour Booking orgulhosamente apresenta IN FLAMES

Banda de abertura: a confirmar
Data: sábado, 21 de outubro de 2017
Local: Via Marquês – www.viamarques.com.br

End: Rua Av. Marquês de São Vicente, 1589 (próximo ao Metrô Palmeiras – Barra Funda)
Abertura da casa: 18h
Imprensa: press@theultimatemusic.com

Informações gerais: info@liberationmc.com

Evento FB: https://www.facebook.com/events/124211368209391

Infoline: 11 3615.2060
Classificação etária: 16 anos
Estacionamento: locais próximos sem convênio
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

SETORES/VALORES
– Pista: R$ 150,00 ((meia-entrada/promocional*)) | R$ 300,00 (inteira)
– Camarote (meia-entrada/promocional*): R$ 200,00 | R$: 400,00 (inteira)
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

PONTO DE VENDA (sem taxa de conveniência): Galeria do Rock (loja 255 | 11 3361.6951)
COMPRA PELA INTERNET – http://www.clubedoingresso.com/inflames-sp

Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito Visa, MasterCard, American Express e Diners Club
PONTOS DE VENDA AUTORIZADOS: São Paulo, Osasco, Santo André, São Caetano do Sul, Barueri, Jandira, São José do Rio Preto, Curitiba e Rio de Janeiro (http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar)

* Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei;
** A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais;
*** É expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras profissionais ou semi-profissionais.

SERVIÇO RIO DE JANEIRO
Liberation Tour Booking e Circo Voador orgulhosamente apresentam IN FLAMES

Banda de abertura: a confirmar
Data: sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Local: Circo Voador
End: Rua dos Arcos s/n – Lapa
Abertura da casa: 20h
Imprensa: press@theultimatemusic.com

Informações gerais: www.circovoador.com.br

Evento FB: https://www.facebook.com/events/1946495738930322/

Classificação etária: 16 anos
Estacionamento: locais próximos sem convênio
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

SETORES/VALORES
– Pista: R$ 100,00 ((meia-entrada/promocional*)) | R$ 200,00 (inteira)
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

PONTO DE VENDA: bilheteria do Circo Voador
COMPRA PELA INTERNET – https://www.ingressorapido.com.br/compra/?id=59434#!/tickets

Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito Visa, MasterCard, American Express e Diners Club

SERVIÇO CURITIBA
Liberation Tour Booking orgulhosamente apresenta IN FLAMES

Banda de abertura: a confirmar
Data: domingo, 22 de outubro de 2017
Local: Hermes Bar (antigo MUSIC HALL) – www.hermesbar.com.br

End: Rua Engenheiros Rebouças, 1645
Abertura da casa: 19h
Imprensa: press@theultimatemusic.com

Informações gerais: info@liberationmc.com

Evento FB: https://www.facebook.com/events/264770727370763

Classificação etária: 18 anos
Estacionamento: locais próximos sem convênio
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

SETORES/VALORES
– Pista: R$ 130,00 ((meia-entrada/promocional*)) | R$ 260,00 (inteira)
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

PONTO DE VENDA OFICIAL: Shopping Metropolitan (DR ROCK – 41 3324.0669)
COMPRA PELA INTERNET – http://www.clubedoingresso.com/inflames-curitiba

Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito Visa, MasterCard, American Express e Diners Club
PONTOS DE VENDA AUTORIZADOS: São Paulo, Osasco, Santo André, São Caetano do Sul, Barueri, Jandira, São José do Rio Preto, Curitiba e Rio de Janeiro (http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar)

SERVIÇO BELO HORIZONTE
Liberation Tour Booking e MS BHz orgulhosamente apresentam IN FLAMES

Banda de abertura: a confirmar
Data: quinta-feira, 19 de outubro de 2017
Local: Music Hall BH
End: Av. do Contorno, 3239
Abertura da casa: 20h
Imprensa: press@theultimatemusic.com

Informações gerais: info@liberationmc.com  
Evento FB: https://www.facebook.com/events/180392229167914

Classificação etária: 18 anos
Estacionamento: locais próximos sem convênio
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

SETORES/VALORES
– Pista: R$ 120,00 (meia-entrada) | R$ 140,00 (promocional)* | R$ 240,00 (inteira)
– Camarote Open Bar: R$ 160,00 (preço único)
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

COMPRA PELA INTERNET – https://www.centraldoseventos.com.br/comprar/19-10-in-flames-19-de-novembro | https://www.sympla.com.br/in-flames-belo-horizonte__170937

PONTOS DE VENDA AUTORIZADOS: Central dos Eventos em BH (Savassi, Shopping Pampulha Via Brasil, Center Minas, Shopping Estação), Contagem (Big Shopping), 
Betim (Monte Carmo Shopping), Sete Lagoas (Shopping Sete Lagoas | Shopping Lagoa) e Divinópolis (Shopping Pátio Divinópolis)
*Compre também através de nosso Aplicativo Central dos Eventos Mobile

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Groundcast Explica#06: Death Metal

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Saudações amigos e amigas do meu, do seu e do nosso programa Groundcast. Estamos com mais um especial, dessa vez explicando sobre mais um gênero musical daora chamado Death Metal. Conheça sobre como um gênero conseguiu sair dos confins dos Estados Unidos e se tornar um dos mais revolucionários já concebidos.

Álbum de fundo: Exhumed – Gore Metal


Playlist do programa (só pedrada na orelha)

1.Possessed – Death Metal

2.Death – Zombie Ritual

3.Morbid Angel – Immortal Rites

4.Entombed – Left Hand Path

5.Vader – Dark Age

6.Krisiun – Kings of Killing

7.Cannibal Corpse – Hammer Smashed Face

8.Carcass – Exhume to Consume

9.Fleshgod Apocalypse – Conspiracy Of Silence

10.Gorguts – Earthly Love

11.Dead Congregation – Only Ashes Remain

Recomendamos a leitura de Swedish Death Metal, que você pode comprar na propaganda abaixo:


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Groundcast95b: Discos de 1987 (Segundo Semestre)

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Saudações amigos e amigas do meu, do seu e do nosso programa Groundcast. Nessa semana a gente apresenta pra você a segunda parte dos discos de 1987, comentando de julho até o fim do ano, além de trazer algumas surpresas. Então fiquem ligado que o nosso programa está muito legal e tem música para todos os gostos.

Napalm Death – Scum (Debut)

Guns N’ Roses – Appetite for Destruction (debut)

Dio – Dream Evil

Dead Can Dance – Within The Realm Of A Dying Sun

Sarcófago – I.N.R.I.

The Jesus And Mary Chain – Darklands

Midnight Oil – Diesel and Dust

Biquini Cavadão – A Era da Incerteza

Warlock – Triumph and Agony (último disco)

Pink Floyd – A Momentary Lapse of Reason

Savatage – Hall Of The Mountain King

Depeche Mode – Music For The Masses

The Smiths – Strangeways, Here We Come

Pet Shop Boys – Actually

INXS – Kick

King Diamond – Abigail

Sepultura – Schizophrenia

Joe Satriani – Surfing with the Alien

Engenheiros do Hawaii – Revolta dos Dândis

Candlemass – Nightfall

The Sisters of Mercy – Floodland

Titãs – Jesus não Tem Dentes no País dos Banguelas

Legião Urbana – Que País é Esse?

João Paulo e Daniel – Coração

Roupa Nova – Herança

Kiko Zambianchi – Kiko Zambianchi

365 – 365

Dominguinhos – Seu Domingos

Caetano Veloso – Caetano

Tim Maia – Somos América

Hiroshima – Go

Lobão – Vida Bandida

 

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[Resenha] Ulver – The Assassination of Julius Caesar (2017)

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1. Nemoralia (4:10)
2. Rolling Stone (9:26)
3. So Falls The World (5:57)
4. Southern Gothic (3:40)
5. Angelus Novus (4:07)
6. Transverberation (4:30)
7. 1969 (3:59)
8. Coming Home (7:50)

Synthpop / Experimental, House of Mythology

Ulver é um daqueles grupos que se pode esperar de tudo. Desde a mudança de direcionamento musical, o grupo norueguês sempre surpreende fazendo o que sabe muito bem fazer: música com extrema qualidade e muito bom gosto. Isso fica ainda mais visível neste novo trabalho, produzido por ninguém menos que Martin Glover, baixista do grupo britânico Killing Joke.

De forma bem resumida, eles arriscaram no synthpop e no new wave. Nada de metal, com um enfoque na voz, mostrando claras influências de Depeche Mode e Kraftwerk. O que certamente vai chocar qualquer headbanger que eventualmente procure no Ulver alguma coisa de metal.

O disco abre com a maravilhosa faixa Nemoralia, que conta a história do imperador Nero e de como ele colocou fogo em Roma. É uma música eletrônica bem introspectiva, com uma levada muito parecida com o Depeche Mode nos primeiros trabalhos. A segunda faixa, Rolling Stone, nos brinda com uma música com fortes influências de RnB e também termina com um rock progressivo dos bons. Chega a ser desconcertante a virada de encerramento. So Falls The World tem uma percussão muito bonita, acompanhada de uma melodia de piano e sintetizadores que fazem um excelente tributo aos anos 1980. Em Southern Gothic, uma das melhores faixas desse álbum, temos um Ulver arriscando ao fazer um excelente trabalho vocal em um som totalmente sintético, que lembra muito o Gary Numan.

A música Angelus Novus parece muito com as bandas mais novas de synthpop, como o Mesh e o NamNamBulu, inclusive apostando numa quase baladinha. A new wave também se faz presente em Transverberation, com um bocado de referências ao New Order e também ao Pet Shop Boys. É um pop muito com cara de anos 1980, com muita beleza. Quase rumando para o final do trabalho, 1969 é mais uma baladinha, uma música muito bem trabalhada e que conta com os belos vocais de Suzanne Sumbundu. Para terminar com chave de ouro, a música Coming Home apresenta um bocado daquele industrial que lembra um bocado o Laibach e também alguma referência ao darkwave.

É um disco super acessível do Ulver ao público comum, mas que nunca irá tocar numa rádio ou virar hit justamente entre eles. É pop, é dançante, é experimental, é tudo o que você pode esperar num bom disco do Ulver.

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ENTREVISTA: Altair

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Conversamos com Luca Scalabrin, baixista da banda italiana Altair, que nos contou um pouco sobre a grupo, o novo álbum e como tem sido a transição do Power Metal para uma sonoridade mais progressiva. Confira nosso papo abaixo.

GroundCast: Para começar, vocês podem nos contar um pouco da história de vocês?

Luca Scalabrin: Olá Groundcast! Bom, não tem muito o que contar, para te falar a verdade. Somos uma banda de Power/Prog e nosso primeiro CD (Lost Eden) foi lançado em 2013. Tocamos em vários clubes e festivais pela Itália, dividimos o palco com nomes como Freedom Call, Fabio Lione, Trick or Treat, Kaledon, Vanexa, Sabotage e um festival em Kiev que tocamos com Blind Guardian e Rotinha Christ. Em outubro de 2016 após algumas mudanças no estilo e na formação começamos a gravar o álbum “Descending: A Devilish Comedy”. Esse disco mostra um som bem mais moderno e diferente dos nossos primeiros trabalhos. Trata-se de um álbum conceitual acerca dos círculos infernais que existem apenas em nossas mentes, onde todos os medos, virtudes e o lado negro do ser humano são mostrados como uma tragédia dramática.  

GroundCast: Quais são as suas influências?

Luca Scalabrin: Temos muitas influências que foram adquiridas durante nossa trajetória. Em nosso primeiro álbum posso nomear bandas como Helloween, Gamma Ray, Edguy e Avantasia, mas no nosso segundo lançamento as coisas vão mais para o lado do Symphony X e do Masterplan.  

GroundCast: Em 2013 vocês lançaram o “Lost Eden” e agora, em 2017, o “Descending: A Devlish Comedy”. O que mudou na banda nesse tempo?

Luca Scalabrin: Muitas coisas. Tivemos que encontrar um novo baterista e guitarrista nesse período, pois o baterista anterior não tinha a técnica necessária para tocar na banda e o antigo guitarrista tinha algumas incompatibilidades musicais conosco. Isso fez com que as composições surgissem de forma muito lenta. Mas, por sorte, encontramos novos músicos em 2014 e conseguimos firmar uma formação para começar a produzir o nosso novo álbum.  

GroundCast: Pode nos conter um pouco do novo disco?

Luca Scalabrin: Certamente as pessoas ouvirão algo diferente no som (assim eu espero), pois nós quase abandonamos o Power Metal. Acredito que fãs de Prog Metal encontrarão algo interessante nessa nossa nova empreitada.

GroundCast: Como você mesmo disse, a banda começou como power metal (mesmo que agora seja mais prog). Como vocês fizeram para que não fossem comparados com o Rhapsody of Fire?

Luca Scalabrin: Não apenas pelo som, mas também pelas letras. Enquanto a maioria das bandas de Power Metal façam de fantasia, preferimos criar alegorias sobre sentimentos e medos.  

GroundCast: Como vocês começam a composição de um disco novo, tem algum compositor principal ou vocês começam pelas letras primeiros?

Luca Scalabrin: Normalmente eu começo com o instrumental (sim, eu sou o mestre compositor da banda e acredite em mim quando digo que esse é um trabalho bem difícil, hahaha) e então decidimos escrever as letras, mas sempre começamos com um riff pesado.  

GroundCast: Acredito que a capa do disco é tão importante quando as composições, vocês têm algum artista preferido. As capas dos seus álbuns foram feitas por algum artista conhecido ou vocês contrataram diferentes artistas para cada uma delas?

Luca Scalabrin: Concordo contigo, as capas são extremamente importantes. A gente não tem uma preferência por esse ou aquele artista e hoje em dia é possível encontrar excelentes pessoas que quase ninguém conhece, com trabalhos de tanta qualidade quanto os de grandes artistas. Apoiamos o underground e por isso nossas capas foram feitas por dois artistas desconhecidos.  

GroundCast: Eu tenho que perguntar isso: a banda se chama Altair e esse nome teria ligação com a série de games Assassin’s Creed ou alguma outra razão?

Luca Scalabrin: Essa foi uma tremenda encheção de saco para nós hahahaha. Pegamos o nome da estrela Altair, que é uma das mais rápidas em nossa galáxia (rápida e power metal são uma grande combinação, certo?) e escolhemos esse nome no verão de 2008 e, alguns meses depois, o primeiro jogo Assassin’s Creed apareceu para o mundo, mas nós decidimos manter o nome e foda-se!  

GroundCast: Estamos na era da internet e sabemos como é fácil para as pessoas baixar músicas de forma ilegal, mesmo países como a Alemanha – que pune de forma severa as pessoas que baixam conteúdo ilegal – não estamos seguros de coisas assim. O que vocês pensam sobre isso e qual o seu posicionamento sobre os serviços de streaming?

Luca Scalabrin: Não tem muito o que fazer sobre essa questão, mas sempre tentamos colocar nossa música no topo.

GroundCast: Como é a cena metal italiana?

Luca Scalabrin: Essa é a pergunta que todo o italiano ODEIA responder. Somos parte da cena nacional, mas não nos sentimos bem com isso. Itália não é um país que apoia a cena Underground, nós apenas adoramos bandas famosas, mas as bandas pequenas que têm potencial precisam percorrer um longo caminho.

GroundCast: Quais os planos futuros da banda?

Luca Scalabrin: Estamos preparando muitas novidades, mas isso acontecerá no fim do verão [nota de tradução: no caso, fim do inverno aqui no Brasil].

GroundCast: Obrigado pela entrevista, agora o espaço é de vocês para falar algo para nossos leitores.

Luca Scalabrin: Muito obrigado pela oportunidade. Estamos muito felizes com os reviews positivos do nosso mais recente trabalho e esperamos mesmo que as pessoas apreciem. Depositamos tanto tempo para produzir e deixar tudo certo e esse é o modo que vemos que valeu a pena. Fiquem atentos para as novidades.

Links Relacionados

http://www.altairmetal.com/

https://www.facebook.com/AltairPowerMetal/

http://altairmetalband.bandcamp.com

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[Resenha] Violent Attitude If Noticed – Ourselves and Otherwise (2017) + Stream

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1. Time Waster (05:08)

2. Useless (06:17)

3. Redemption (03:51)

4. White. Yellow. Red. (10:32)

5. The Tower (08:54)

6. Ever-Ticking Clock (06:52)

7. Ground Zero (05:16)

Prog rock / metal / Synthpop, Progressive Gears

Eu já escrevi uma resenha sobre o Eight, lançado há três anos. Olhando para este trabalho e para o Timeline, nota-se uma mudança e uma evolução bem interessantes na musicalidade deste grupo, refletindo muito dos experimentos realizados pelo seu idealizador, Will Geraldo, em outros projetos.

Arrisco-me a dizer que este é o trabalho que mais tenta fugir do que se convenciona como “progressivo”, sobretudo por trazer muitas referências ao synthpop dos anos 80, ao bom gothic rock e o uso de sintetizadores numa pegada mais vintage. Não é um disco complexo ou difícil de ser ouvido, o que não quer dizer que ele seja pobre de conteúdo ou mal produzido. Ele junta de forma grandiosa aquele som bacana dos anos 1980 com o que tem de mais novo, criando diversas camadas que precisam ser escutadas com calma para serem notadas.

Também podemos dizer que os sintetizadores marcam presença maciça em Ourselves and Otherwise, de uma maneira menos comum a grupos de rock ou de metal. Um ouvinte mais atento vai perceber que se resgatam características marcantes dos anos 1980-90, sem deixar que essa música se torne apenas mais um elemento e se entremeie no som de forma coesa. Tudo ali faz muito sentido e não apenas como um elemento desconectado. Algumas introduções de músicas também apresentam alguma coisa de trip-hop, influências que apareceram em outros trabalhos, como o disco solo do Will Geraldo.

O disco abre com Time Waster, primeiro single deste trabalho, fazendo uma mistura entre o hard rock estilo Asia com algumas linhas de teclado bem pop. É uma música fácil de ser assimilada, descomplicada e também cheia de energia, com um vocal bem grudento. Em Useless, dá para notar que tem alguma coisa de Depeche Mode e Peter Murphy, sobretudo pelo uso de sintetizadores como base para a música, que apresenta também uma linha bem marcante de baixo. Se não tivesse nenhuma guitarra, talvez até pareceria com uma boa música eletrônica. Redemption traz muitas influências de grupos como o The Mission, numa canção que foge totalmente do progressivo e cai nas graças do rock gótico, trazendo um pouco mais de leveza ao conjunto. White. Yellow. Red., a maior música deste álbum, é uma boa canção de synthpop, com algumas influências de darkwave, além da bela voz de Cléo em alguns momentos. A linha instrumental resgata um pouco do progressivo dos anos 1970, tornando a música mais pomposa e épica.

Com a faixa The Tower começa a puxar um pouco o freio e traz uma mistura muito interessante de música acústica com um pop rock muito bem construído. A voz ganha mais ênfase, com guitarras menos marcadas que nas faixas anteriores. Ever-Ticking Clock é a faixa mais metal do álbum, com alguns riffs que trazem forte influência de um heavy metal mais tradicional e que ruma aos poucos para o progressivo, ainda que com doses bem generosas de teclado e sintetizadores. Fechando este maravilhoso trabalho, chegamos em Ground Zero, um encerramento que apresenta uma música que mistura synthpop com trip hop e um bocado de piano, numa bela apresentação instrumental.

No saldo geral, pode-se dizer que Ourselves and Otherwise foge do padrão do progressivo. Foge também de convenções comuns ao gênero rock, apresentando toda uma gama de influências que não são comuns fora de grupos experimentais. Talvez se você esperar algo mais pesado, fique com o Eight. Contudo, se estiver preparado para um trabalho com uma identidade muito diversa, com fortes elementos eletrônicos e com um prog rock diferente, escute sem medo este álbum, cuja arte foi feita por Fernando Melo, um dos administradores deste site e colunista (quase) regular.

Links Relacionados

http://vainattitude.com/

https://twitter.com/VAINATTITUDE

https://www.facebook.com/ViolentAttitudeIfNoticed

http://www.youtube.com/channel/UCydySrEsJSpJO8NJL7tl0CA

https://open.spotify.com/artist/5WbBa3aZeCwaeYv3V2eKaT

http://discoverourselvesandotherwise.today/

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Backstage das Massas#2

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Estamos de volta com a segunda edição do nosso backstage das massas, trazendo o que temos de melhor nos bastidores do Groundcast. Apreciem nossas conversas informais antes da gravação dos programas e divirtam-se com as nossas reflexões com o mínimo de edição possível.

Gostou do nosso programa? Então deixe seu comentário abaixo.

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Enslaved é a atração principal do Overload Music Fest 2017

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Com uma proposta totalmente diferente dos festivais que acontecem no Brasil, o Overload Music Fest segue se estabelecendo como um dos principais e melhores eventos voltados à música alternativa na América do Sul principalmente por sempre contar com apresentações exclusivas e inéditas.

Curiosamente, a quarta edição do festival confirmado para o dia 16 de setembro, no Carioca Club, em São Paulo, ficará marcada pela estreia de quatro respeitados nomes do cenário internacional.

Este ano, a atração principal é o grupo norueguês Enslaved, um dos grandes expoentes da música extrema europeia. Celebrando 26 anos de estrada, a apresentação de Grutle Kjellson (vocal/baixo), Ivar Bjørnson (guitarra), Arve “Ice Dale” Isdal (guitarra), Cato Bekkevold (bateria) e Hakon Vinje (teclado) é uma das mais aguardadas pelo público brasileiro. Para delírio dos sedentos e ansiosos fãs, eles devem executar um verdadeiro best of da sua vasta discografia. 

Como esta será a única e exclusiva data do Enslaved na América do Sul, existe a grande possibilidade de que o OMF novamente transcenda a fronteira brasileira e atraia pessoas de diversos países vizinhos como Argentina, Uruguai, Chile e até da Colômbia.

Apesar de seguir promovendo álbum “In Times”, os noruegueses já estão aquecendo a turbinas para o lançamento de um novo disco ainda sem titulo. Este próximo trabalho, que traz uma espetacular quimera sonora do prog experimental com majestosas melodias, além de momentos épicos do mais poderoso black metal, terá a responsabilidade de superar todas as marcas conquistadas com “In Times”, que logo nas primeiras semanas de entrou nos charts da Noruega, Finlândia e até dos EUA, registrando a melhor estreia em vendas do grupo na carreira.

Nesta edição, a programação do OMF ainda dispõe de nomes interessantes da música pesada alternativa como Sólstafir (Islândia), Les Discrets (França) e John Haughm (Estados Unidos).

Os ingressos continuam à venda pelo site do Clube do Ingresso (http://www.clubedoingresso.com/omf) e pontos autorizados na capital paulista, Jandira, Barueri, Santo André, São Caetano do Sul, São José do Rio Preto, Curitiba e Rio de Janeiro (http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar). Mais informações no serviço abaixo.

Links relacionados:
https://www.facebook.com/overloadmusicfest

https://www.facebook.com/enslaved

https://www.facebook.com/solstafirice

https://www.facebook.com/lesdiscrets

https://www.facebook.com/HaughmOfficial

https://www.facebook.com/overloadbrasil

https://www.facebook.com/UltimateMusicPR

SERVIÇO SÃO PAULOOverload orgulhosamente apresenta Overload Music Fest 2017
Atrações: Enslaved, Sólstafir, Les Discrets e John Haughm
Data: 16 de setembro (domingo)
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – próximo ao Metrô Faria Lima
Abertura da casa: 16h30 | Início dos shows: 17h30
Imprensa: press@theultimatemusic.com

Classificação etária: 16 anos. 14 e 15 anos: entrada permitida acompanhado de responsável legal maior de idade, mediante apresentação de documento oficial
Informações: www.overload.com/omf

Estacionamento: locais próximos sem convenio
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria
Evento Fb: https://www.facebook.com/events/1838888069718531

SETORES/VALORES
– Pista (meia-entrada/promocional*): R$ 200,00
– Pista (inteira): R$ 400,00
– Camarote (meia-entrada/promocional*): R$ 260,00
– Camarote (inteira): R$ 520,00
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

Informações e compra de ingressos (ponto de venda sem taxa de conveniência):
# Bilheteria do Carioca Club

COMPRA PELA INTERNET – http://www.clubedoingresso.com/omf

Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito Visa, MasterCard, American Express e Diners Club

* Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei;
** A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais;
*** É expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras profissionais ou semi-profissionais.

 

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Testament vem ao Brasil para shows em SP e RJ

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Além do Brasil, turnê promocional do novo álbum “Brotherhood of the Snake” ainda vai passar por  Uruguai, Argentina, Chile, Equador, Peru, Costa Rica, El Salvador e México – foto: divulgação

Na estrada para promover o poderoso novo álbum “Brotherhood of the Snake”, a banda norte-americana Testament, um dos nomes mais importantes do thrash metal de todos os tempos, já está preparando mais uma bombástica invasão a diversos países da América Latina.

Após rápida passagem pelo norte da Europa, o grupo desembarca diretamente no Brasil para iniciar outra uma longa turnê pelo Continente. Duas das principais apresentações do o dream team formado por Chuck Billy (vocal), Eric Peterson (guitarra), Alex Skolnick (guitarra), Gene Hoglan (bateria) e Steve Di Giorgio (baixo) acontecem em São Paulo (19/08 – Carioca Club) e Rio de Janeiro (20/08 – Circo Voador).

Os ingressos para a exibição na capital paulista continuam à venda na Galeria do Rock (Loja 255), no site do Clube do Ingresso (http://www.clubedoingresso.com/testament-sp) e pontos autorizados pela empresa na capital paulista, Osasco, São Caetano do Sul, Santo André, Curitiba e Rio de Janeiro (http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar).

Já na Cidade Maravilhosa, ainda há entradas disponíveis na bilheteria do Circo Voador e pelo site da Ingresso Rápido (https://www.ingressorapido.com.br/compra/?id=57825#!/tickets) e pontos autorizados. Mais informações abaixo.

Os próximos compromissos do Testament são os seguintes:
04/08 – Porisphere Festival – Pori, Finlândia
06/08 – Amager Bio – Copenhagen, Dinamarca
09/08 – Oya Festival – Oslo, Noruega
11/08 – Bloodstock Open Air – Derby, Inglaterra
12/08 – Alcatraz Metal Festival – Kortrijk, Bélgica
16/08 – Botequim – Belém, Brasil
18/08 – Teatro Manauara – Manaus, Brasil
19/08 – Carioca Club – São Paulo, Brasil
20/08 – Circo Voador – Rio de Janeiro, Brasil

22/08 – Montevideo Music Box – Montevidéu, Uruguai
23/08 – Teatro Flores – Buenos Aires, Argentina
24/08 – Teatro Caupolican – Santiago, Chile
26/08 – Estación De Cristal Teleférico – Quito, Equador
27/08 – Centro de Convenciones Festiva – Lima, Peru
29/08 – Pepper’s – San José, Costa Rica
31/08 – Cifo – San Salvador, El Salvador
01/09 – Plaza Condesa – Cidade do México, México
02/09 – Café Iguana – Monterrey, México
03/09 – Club Latino – Querétaro, México

Formado em 1987, o Testament é um dos pilares do heavy metal nos EUA ao lado de nomes como Metallica, Megadeth, Slayer, Anthrax e Exodus. “The Legacy” (1987), 
“The New Order” (1988), “Practice What You Preach” (1989), “The Ritual” (1992) e “The Gathering” (1999) e os mais recentes “The Formation of Damnation” (2008) e “Dark Roots of Earth” (2012) são trabalhos que se tornaram clássicos e indispensáveis na coleção de qualquer fã da música pesada.

Links relacionados:
https://www.facebook.com/testamentlegions

https://www.facebook.com/liberationmcofficial

https://www.facebook.com/circovoadorlapa

https://www.facebook.com/UltimateMusicPR

Serviço São Paulo
Liberation Tour Booking orgulhosamente reapresenta Testament (EUA)

Data: sábado, 19 de agosto de 2017
Local: Carioca Club – www.cariocaclub.com.br

End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – próximo ao Metrô Faria Lima
Abertura da casa: 18h
Imprensa: press@theultimatemusic.com

Informações gerais: info@liberationmc.com

Infoline: (11) 3813-8598
Classificação etária: 14 anos
Estacionamento: locais próximos sem convênio
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

SETORES/VALORES
– Pista: R$ 150,00 ((meia-entrada/promocional*)) | R$ 300,00 (inteira)
– Camarote (meia-entrada/promocional*): R$ 200,00
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

Informações e compra de ingressos (ponto de venda sem taxa de conveniência):
# Bilheteria do Carioca Club e Galeria do Rock (loja 255)

COMPRA PELA INTERNET – http://www.clubedoingresso.com/testament-sp
Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito Visa, MasterCard, American Express e Diners Club

Serviço Rio de Janeiro
Liberation Tour Booking e Circo Voador orgulhosamente reapresentam Testament (EUA)

Data: domingo, 20 de agosto de 2017
Local: Circo Voador – www.circovoador.com.br
End: Rua dos Arcos S/N – Lapa
Hora: 18h (abertura dos portões)
Informações gerais: www.circovoador.com.br

Censura: 16 anos (desacompanhados). Menores dessa idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Imprensa: press@theultimatemusic.com
Estrutura: acesso para deficientes, área para fumantes

SETOR/VALOR:
– Pista: R$ 130,00 (meia-entrada/promocional*) | R$ 260,00 (inteira)
*Doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia).

Informações e compra de ingressos: Bilheteria do Circo Voador
COMPRA PELA INTERNET – https://www.ingressorapido.com.br/compra/?id=57825#!/tickets

Outros pontos de venda: https://www.ingressorapido.com.br/PontosVenda.aspx

* Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei;
** A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais;
*** É expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras profissionais ou semi-profissionais.

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