Melhores do ano, por Fabio Melo

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Here Lies Man ‎– Here Lies Man

 

Se você misturar Black Sabbath com afrobeat, o que pode dar errado? Nessa mistureba toda saiu o disco dos americanos do Here Lies Man. O grupo é constituído de cinco pessoas e encabeçado por Marcos Garcia, membro de um dos mais proeminentes nomes do afrobeat, Antibalas. Ele junta a psicodelia setentista com stoner rock e um jazz/funk dos mais arrojados. Clássico.

Amenra – Mass VI

Cinco anos e muitos splits depois sai o sucessor de Mass V. Para mim é um disco que por si só fala muito sobre um dos grandes nomes do metal experimental / post-metal. Trata-se de um disco muito denso, muito pesado, extremamente desesperador, com um toque de melancolia muito bem-vindo.

Sasha Grey as Wife – Ashtar Sheran II – Terra

O Spotify me disse que este foi um dos discos que eu mais escutei neste ano. E não é à toa, porque desde que eu entrevistei o Júlio, o projeto mudou bastante. Tem esta resenha aqui, deste ano, que explica porque este é um disco bem legal. Mas não se baseie apenas nisto, escute com a mente aberta a uma sonoridade que mescla rock alternativo e spoken words.

Sepultura – Machine Messiah

Machine Messiah é um disco que prova, de uma vez por todas, que o Sepultura está mais vivo e mais criativo do que nunca. A gente colocou isto melhor num dos nossos podcasts e, de forma bem sucinta, pode-se dizer que é o melhor disco da fase sem os irmãos Cavalera, sobretudo por não precisar remoer o tempo todo o passado. Que sirva de exemplo para o Soulfly e o Cavalera’s Conspiracy.

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