Vinte discos góticos que fazem vinte anos em 2018

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Love Like Blood ‎– Snakekiller


Para mim bandas como Love Like Blood fazem muita falta na cena gothic rock. E esse é sem dúvidas o meu disco favorito de um grupo que começou fazendo algo muito parecido com Sisters of Mercy e ganhou identidade própria ao longo do tempo. Neste trabalho pode-se notar muitas influências de heavy metal, mas sem descaracterizar a sonoridade gótica, de uma forma bem parecida com o Draconian Times do Paradise Lost. E no Brasil temos um representante na mesma linha, o Outro Destino, além do Outlove.

The Mist Of Avalon ‎– Mist Of Avalon


Os suecos do The Mist of Avalon estrearam com este maravilhoso trabalho, num conjunto de gothic rock com metal, tornando a música bem pesada, mas ainda sim reconhecível como pertencente ao gênero. Os vocais de Aram Yildiz são mais agudos e mais dramáticos que o corriqueiro para o gênero, dando uma cara mais de rock alternativo a algumas músicas.

Rasputina ‎– How We Quit The Forest


How We Quit the Forest é o segundo disco do Rasputina. A banda se destaca neste trabalho por fazer um gothic rock fortemente orientado por violoncelos, algo muito pouco comum. Felizmente (ou não), o estilo do Rasputina nunca foi copiado por nenhum outro artista e este álbum mostra o quão único pode ser um grupo gótico.

Inkubus Sukkubus ‎– Away With The Faeries


Uma das bandas mais interessantes que eu conheci na minha época de faculdade lançou um disco bem legal em 1998, contendo músicas que tinham sido gravadas anteriormente e não tinham conseguido espaço em outras gravações, além de dez músicas ao vivo. Tem inclusive um cover bem legal de Rolling Stones numa versão ao vivo.

The Awakening ‎– Request


No seu segundo trabalho, o grupo sul-africano traz consigo uma sonoridade menos calcada na New Romantic e um pouco mais próxima do gothic rock. É o disco menos dançante e mais sombrio da banda.

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