Dez capas de álbuns rídiculas

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Fazer uma arte para uma capa é um negócio bastante complicado. Tem que ver a temática do disco, do artista, cores, emblems, desenhos ou fotos, existe todo um trabalho necessário para que elas, enfim, saiam. Mas nem sempre elas são boas, muito menos artworkísticas. Confira dez capas que certamente não deveriam ter sido lançadas.

Rudy Ray Moore – The second Rudy Ray Moore Album – “This Pussy Belongs To Me”

 

Bem, acho que esta capa dispensa quaisquer comentários. Somente isto.

Lords Of Acid – Pussy

 

Verdadeiramente, a piada é boa. Levar o nome ao pé da letra e ainda com esta cara de manha certamente fará muitos homens sentirem um imenso tesão pela música.

Boned – Up at the crack

 

Fico imaginando seriamente como deve ser fazer um solo nesta guitarra…

Whirlwind Heat- Types of Wood

 

Traduzindo o nome do disco, seria algo como “tipos de pau”. A ver pela imagem, a não ser que a mulher seja adepta de práticas sexuais não-ortodoxas, fica clara a intenção do artista…

Picture Me Broken – Wide Awake

 

Os rapazes fazendo caretas e a garota com cara de séria? Alguma coisa me diz que tem algo errado nesta história.

Wise Man – First Warning

 

Esta banda contou com a presença de Axel “Ironfinger” Ritt, guitarrista do Grave Digger. eu quero entender, de verdade, qual o nível de tosquice desta capa.

27 North – Strike While the Iron’s Hot

 

A década de oitenta é  pródiga em capas de discos ruins e bandas com nomes muito criativos. O que esperar de uma banda com o nome de 27 North?

Vice – Made For Pleasure

 

Não amiguinho, não é uma capa de uma queer band. É de um grupo de metal, na mesma linha do Dokken e do Ratt. Exalando pura testosterona.

Kingpin – Welcome To Bop city

 

Atentem ao fato de que hoje muito headbanger gosta de chamar screamo de homosexual. Bem, esta capa, este olhar, este dedinho na boca… pura macheza.

 

Manowar – CH 84

 

Manowar é hors concours, seja pelas capas, pelas fotos, por tudo, porque, afinal, Manowar é tudo.


Editor, dono e podcaster. Escreve por amor à música estranha e contra o conservadorismo no meio underground.